O estranho caso dos pneus furados na Figueira da Foz

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Os proprietários de viaturas que residem na pacata e pequena rua Augusto Veiga, no histórico Bairro de São João da Vale, na Baixa da Figueira da Foz, não dormem descansados e acordam sempre pensando que o dia pode não começar a correr sobre rodas. Desde o verão de 2018 que se repetem os episódios de pneus das viaturas estacionadas numa zona com sinalização horizontal que impede a paragem e o estacionamento perfurados.
“Basta o carro “pisar” uma pequena parte das listas amarelas para os pneus serem furados”, afiançou a esta reportagem Albana Marques, que também já foi vítima da justiça rodoviária anónima e por conta própria. Aquela moradora, de resto, tem a garagem em frente à “caixa amarela” que proíbe o estacionamento, que ela solicitou para poder manobrar naquela rua estreita quando estaciona a viatura na cave do edifício.
Os proprietários da garagem, onde a referida sinalização exterior se encontra, residem no estrangeiro e não têm familiares na zona, afastando-os, assim, do grupo de suspeitos pelo atos de vandalismo. Naquela artéria, todos se conhecem, e quando uma viatura estacionada gera constrangimentos no trânsito – ali, o espaço para estacionar é exíguo – , contactam o proprietário da viatura e a situação resolve-se no momento, sem desavenças.

Falta de provas
Na vizinhança, ninguém encontra uma explicação plausível para as cerca de 10 viaturas encontradas com pneus perfurados com recurso a navalha e outros objetos. “Só no último mês e meio”, afirmou Albana Marques, “foram furados pneus de três carros”. O episódio mais recente aconteceu ontem. E foi o primeiro a ser reportado à PSP, que tomou conta da ocorrência.

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