Opinião – A GEOPOLÍTICA da semana

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12 Mai DOMINGO LONDRES

No Reino Unido, o partido recém criado do “Brexit”, do sr. Nigel Farage, já saboreia a vitória nas eleições para o Parlamento Europeu. Tal vai dever-se à grande fragmentação do voto no eleitorado britânico. Tudo leva a crer que o partido de Farage terá um resultado muito positivo, como resposta a uma severa censura ao governo de Theresa May e à gestão do processo de saída da União Europeia, que se encontra num impasse.

13 Mai SEGUNDA TRIPOLI

O chefe do governo líbio apoiado pela ONU deslocou-se a Bruxelas para solicitar garantias efetivas de apoio internacional para o futuro do país. Al-Serraj foi recebido pela chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, que apelou a um cessar-fogo na Líbia, onde os combates pelo controlo da capital, Trípoli, já fizeram mais de 450 mortos. O risco de conflito permanente é o cenário mais provável, uma vez que as tropas lideradas pelo marechal Khalifa Haftar estão às portas de Trípoli.

14 Mai TERÇA SÃO PAULO

A avenida Paulista foi palco de manifestações de contestação às políticas do governo de Jair Bolsonaro. O executivo anunciou cortes orçamentais para todas as universidades públicas federais, deixando-as sem dotação orçamental para pagar os seus compromissos financeiros até ao fim do ano. Igualmente foram cortadas grande parte das bolsas de estudo para mestrados e doutoramentos. A medida é vista como um ataque contra a ciência e o ensino por motivações de índole ideológica.

15 Mai QUARTA PEQUIM

A guerra comercial entre a China e os Estado Unidos continua, e é um dos temas permanentes da Política Internacional. O executivo de Xi Jiping, através do ministério das finanças retaliou e impôs tarifas alfandegárias mais altas a uma série de produtos norte-americanos. Tal facto, deveu-se ao aumento decretado pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, às tarifas impostas aos produtos chineses, podendo chegar a 25%, que só entrarão em vigor a partir do próximo 1 de junho.

16 Mai QUINTA MOSCOVO

Os Estados Unidos e a Rússia tentam uma relação mais conciliatória. O secretário de estado norte-americano, Michael Pompeu, visitou o seu homólogo Sergei Lavrov e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, no Kremlin. A reunião teve como objetivo um restabelecimento de relações diplomáticas mais próximas. No entanto, na grande maioria dos temas internacionais mais atuais, as duas potências mostraram-se divergentes, nomeadamente: Síria, Venezuela, Irão, mar do Báltico, Ucrânia e Médio oriente.

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