Responsável de casa de alterne em Coimbra nega prostituição

FOTO DB / PATRÍCIA CRUZ ALMEIDA

“No “Impacto Club” não havia prostituição, nem nos privados”, afirmou ontem Adriana A., principal arguida de um processo de lenocínio agravado e de exploração sexual de várias mulheres.

Na primeira sessão do julgamento, que decorre no Tribunal de Coimbra, a arguida confirmou a exploração de bares de alterne e “striptease”, mas negou a existência de exploração sexual das bailarinas.

De acordo com o Ministério Público (MP), uma das arguidas, Adriana A. vivia, “há muito, à custa do ganho das prostitutas”, tendo explorado no final da década de 90 a residencial “Camélias Club” (Mealhada), juntamente com outra mulher, conhecida por Madame Filipa (falecida em 2014).

 

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