Fenprof diz que não vai desistir da luta e promete marcar campanha eleitoral

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Paulo Novais/LUSA

A Fenprof afirmou hoje que pode avançar com ações de luta na rua, nos tribunais e com greve às avaliações, caso não seja aprovada nenhuma das propostas que consagre a contagem integral do tempo de serviço aos professores.

Caso nenhuma das propostas seja aprovada na Assembleia da República, a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) promete que “a campanha eleitoral para as legislativas vai ser marcada em muitos locais pelo 9A 4M 2D [nove anos, quatro meses e dois dias – o tempo congelado]”, disse o secretário-geral daquela organização sindical, Mário Nogueira, em conferência de imprensa em Coimbra.

Mário Nogueira avançou ainda com a possibilidade de uma greve dos professores às avaliações a partir de 06 de junho, sendo que o pré-aviso de greve pode ser entregue até 22 de maio.

Para 05 de outubro, Dia Mundial do Professor e um dia antes das legislativas, os professores também estarão nas ruas, vincou o dirigente sindical.

A Fenprof pretende ainda avançar com outras iniciativas para dar visibilidade à luta dos docentes, nomeadamente na Volta a Portugal de bicicleta.

“Vai ter escrito nas estradas não é ‘Viva Gamito’, é 9A 4M 2D”, vincou, referindo que há também a possibilidade de avançar para os tribunais, nomeadamente contestando a discriminação dos professores do continente em relação à Madeira e aos Açores, em que todo o tempo de serviço congelado foi contado.

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