Corrida Solidária Altice marcada para os trilhos de Mira afetados pela tempestade Leslie

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Em 2018 corrida decorreu em Pedrógão Grande . Foto Altice Portugal

A campeã olímpica Rosa Mota é a madrinha da Corrida Solidária Altice 2019, aberta a colaboradores Altice Portugal e a familiares, que terá como cenário os trilhos de Mira afetados pela passagem da tempestade Leslie.

“Podíamos ter escolhido qualquer ponto do país para realizar esta corrida, mas escolhemos Mira, uma das zonas fortemente afetadas pelo Leslie”, justifica o presidente da Altice Portugal, Alexandre Fonseca.

Os organizadores da prova marcada para o dia 22 de junho esperam bater o recorde de participantes alcançado em 2018, apontando para mais de dois mil concorrentes para uma corrida de dez quilómetros e uma caminhada de cinco, nos trilhos que ligam o extenso areal da praia à mata nacional.

A empresa lembra que, em outubro de 2018, quando a tempestade tropical Leslie devastou o Centro do país, “reforçou a equipa técnica especializada” no concelho de Mira, “de modo a responder prontamente às situações, e esteve em permanente contacto com a Autoridade Nacional de Proteção Civil”.

A Altice apoiou as operações, garantindo as comunicações das estruturas críticas, como hospitais e bombeiros, bem como a recuperação de mais de 150 ‘sites’ em pouco tempo, refere a empresa, que já durante os incêndios de 2017 tinha garantido as comunicações de emergência no concelho, através da cedência à Câmara de Mira de telefones satélite.

“É com muito agrado que vamos receber esta iniciativa. Agradeço à Altice e ao engenheiro Alexandre Fonseca, o facto de ter escolhido Mira para realizar esta corrida solidária. Estamos muito empenhados em que tudo corra da melhor maneira, quer a realização da prova, quer o acolhimento de todos os que nos visitam que certamente irão conhecer um pouco do nosso território, das nossas tradições e da hospitalidade das nossas gentes”, refere o presidente da Câmara de Mira, Raul Almeida.

A passagem da tempestade tropical por Mira deixou um rasto de destruição, tendo provocado a queda de milhares de árvores, destruição de sinalética, danos em habitações, muros, estufas e máquinas. Especialmente afetados foram os trilhos de natureza em torno das lagoas e em plena Mata Nacional, que já tinham sido atingidos pelos incêndios de 2017. Em 2018, a prova decorreu em Pedrógão Grande, zona devastada pelos incêndios de 2017.

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