Académica: Roxo e Reis disputam direção e Imperial só o Conselho Académico

Pedro Roxo não estará sozinho nas eleições  Foto DB-Carlos Jorge Monteiro

Pedro Roxo oficializou, ontem à tarde, a sua recandidatura à presidência da Académica/OAF.
Em boa verdade, não se trata de uma recandidatura, mas sim de uma primeira candidatura, já que Pedro Roxo tinha assumido a presidência depois da demissão de Paulo Almeida, eleito em 2016, tendo sido vice-presidente até 2017.
Segundo comunicado, Roxo pretende agora “fazer um mandato completo à frente da Briosa, para o qual conta com uma equipa de académicos reconhecidos e empenhados em fazer regressar a Académica à 1.ª Liga e em fortalecer a instituição estrutural, financeira e socialmente”.
“Passámos por tempos conturbados após a demissão da direção presidida por José Eduardo Simões, principalmente do ponto de vista financeiro”, alerta Pedro Roxo, relambrando que “mais ninguém se apresentou a eleições em 2016” para dizer que é a sua missão fazer regressar a Briosa “a um lugar que é seu”.
O mesmo comunicado explica que a lista completa, bem como o programa eleitoral, “serão revelados aos sócios oportunamente”. O DIÁRIO AS BEIRAS, no entanto, sabe que Pedro Roxo preparou algumas novidades, com convites, por exemplo, a João Francisco Campos e Fernando Pompeu.
João Francisco Campos, é o presidente da União de Freguesias de Coimbra e também ex-candidato à Académica – perdeu para José Eduardo Simões, em 2004, com 41,3% dos vontos contra 54% do então presidente.
Fernando Pompeu foi vice-presidente da direção de Campos Coroa, responsável pela última subida à 1.ª Liga, em 2002.

Joaquim Reis é “hipótese forte em cima da mesa”
Há muito que já se tinha percebido que dificilmente estas eleições teriam apenas um candidato às eleições, tal como aconteceu em 2016, mas o homem do leme ainda não estava definido.
Joaquim Reis, médico dentista, de 46 anos, e ex-vice-presidente no último mandato de José Eduardo Simões remeteu, ao DIÁRIO AS BEIRAS, declarações “apenas após a entrega das listas”, mas admitiu que a possibilidade de se candidatar é “uma hipótese forte que está em cima da mesa”.
Na lista de Joaquim Reis estarão ainda nomes como Salvador Manuel Arnaut, o “vice” da área financeira no último mandato de José Eduardo Simões, e ainda Joaquim Freire, presidente da Casa da Académica de Lisboa.

Notícia completa na edição impressa de hoje

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