Opinião: Vou ali e venho já? Não, fui mesmo!

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A surpresa de me surpreender com uma notícia há muito adivinhada obriga-me a não concluir, hoje, a reflexão que havia iniciado na semana passada, o que farei, espero, em breve. Tema de campanha, objeto de pergunta do PSD quer na Assembleia Municipal quer nas reuniões de Câmara, sempre ouvíamos de forma enfadada que tal não era assunto porque havia um compromisso e os mandatos são para cumprir…
E afinal, à primeira oportunidade, lá se foram o compromisso e o mandato, parecendo mais apetecível estar-se seis meses num Governo quase de gestão numa área ironicamente tão maltratada ao longo dos últimos 10 anos na Figueira (lagoas de Quiaios à espera, Serra da Boa Viagem sem desígnio, Cabedelo sem orientação, obras quase paradas mas obviamente absurdas na cidade, árvores “sem dar por ela” cortadas…) do que começar, finalmente, a pensar o futuro da Figueira.
Escrevi aqui há um ano que “a lógica fundamentadora deste ciclo político se esgotou na Figueira sem garantir o dinamismo necessário para a afirmação deste território num horizonte temporal de médio/longo prazo”, e há menos de 4 meses que “apenas cerca de um ano depois de uma das vitórias mais expressivas do PS em eleições locais, no concelho da Figueira todas as atenções se viram já para qual a alternativa que o PSD vai apresentar”.
A renúncia “a ferros” evitará uma crise interna e prolongada na vereação e no PS? O ex-futuro interino terá capacidade política distrital e nacional de intervenção? A Figueira vai continuar à espera?!…

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