Empate da Briosa acaba de vez com o sonho da subida

A bola ainda nem tinha começado a rolar e, do Seixal, chegavam as más notícias: o Famalicão, 2.º classificado, batia o Benfica B por 3-1.

À entrada da 30.ª jornada, os estudantes estavam a oito pontos do último lugar que valia a subida mas tinham de rezar por um deslize dos nortenhos. Não aconteceu…

Assim, a Académica entrou em campo, no Estádio Cidade de Coimbra, sabendo que a promoção à 1.ª Liga já não estava ao alcance. Ainda que matematicamente fosse – e ainda é, na verdade – possível atingir o objetivo, só uma sequência de acontecimentos e resultados nunca vista poderia trazer o tão esperado milagre.

Foi com esta amarga consciência que a Briosa se apresentou, este sábado.

O dia até era de festa, em virtude das comemorações dos 50 anos da final da Taça de Portugal de 1969, mas os semblantes, nas bancadas, traziam uma carga algo pesada.

Pela frente estava o Mafra, equipa do “campeonato dos aflitos”, que jogava a sua manutenção. Sem Ricardo Dias (castigado), João Alves optou por lançar Reko para o meio-campo, num “onze” surpreendente em que se destacaram as presenças de Nélson Pedroso, Ki e Djoussé.

Neste sistema algo híbrido, em que o 4-4-2 e o 4-2-3-1 se iam revezando, Ki e Romário Baldé promoviam constantes trocas de posição, de forma a baralhar a defensiva adversária, enquanto Djoussé procurava dar profundidade em toda a largura.
Ora, aos 23’, surge a primeira contrariedade do jogo. Numa altura em que o ritmo até parecia estar a aquecer, Djoussé lesiona-se e obriga o “Luvas Pretas” a lançar Jonathan Toro. O hondurenho foi para a frente do ataque, espaço que partilhou com Romário, o elemento mais inspirado até então.

Notícia completa na edição impressa do dia 18 de abril de 2019

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