Câmara de Coimbra apoia Orquestra Clássica do Centro com 205 mil euros

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A Câmara de Coimbra vai analisar e votar, na terça-feira, uma proposta que prevê um apoio financeiro de 205 mil euros à Orquestra Clássica do Centro (OCC) para este ano.

Em comunicado, a autarquia afirma que a proposta resulta da candidatura da OCC ao programa de Apoio Financeiro Municipal ao Associativismo Cultural para Atividade Permanente em 2019.

“Esta é a forma de a Câmara Municipal valorizar o trabalho produzido pelos agentes culturais concelhios e promover condições de estabilidade às coletividades que têm a seu cargo a gestão de equipamentos municipais com programação regular, neste caso concreto o Pavilhão Centro de Portugal”, no Parque Verde do Mondego, acrescenta.

Aquele montante inclui 180 mil euros “para apoio ao desenvolvimento da atividade regular” da Orquestra Clássica e 25 mil euros para despesas de funcionamento.

“Caso exista necessidade de reforço desta verba”, o executivo, presidido pelo socialista Manuel Machado, pode aumentar a ajuda ao funcionamento até um limite de 10 mil euros, desde que a solicitação da OCC seja “devidamente fundamentada”, ainda segundo a nota.

A instituição desenvolve há 18 anos “uma forte atividade na cidade, mas também no plano nacional e mesmo internacional, sendo considerada de superior interesse cultural” pelo Ministério da Cultura.

“É detentora de elevada qualidade artística e cultural, patente nas suas atividades, no vasto repertório musical que apresenta e na execução dos seus músicos profissionais e dos maestros que a dirigem”, salienta a autarquia.

Por outro lado, revela a intenção de apoiar a realização da edição deste ano da Queima das Fitas dos estudantes da Universidade de Coimbra, em maio, com uma verba superior a 113 mil euros.

A concessão dessa ajuda financeira à Associação Académica de Coimbra (AAC) vai também ser discutida e votada na sessão do executivo, na terça-feira.

Na totalidade, a AAC deverá beneficiar de um apoio de 113.425 euros, sendo 111.505 euros relativos a custos de ordem logística e 1.920 euros referentes a isenção de taxas municipais para realização da “maior festa de estudantes do país”.

No mesmo dia, a Câmara Municipal analisa e vota uma proposta de reconhecimento da Associação Solar dos Kapängas como “entidade de interesse histórico e cultural ou social local”, medida que visa preservar esta casa comunitária de estudantes universitários.

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