“Arrepia andar com as Quinas ao peito”

Foto AF Coimbra

A guarda-redes do União 1919, Beatriz Matos e a jogadora da ARCD Venda da Luísa, Beatriz Roxo foram chamadas pelo Técnico Nacional Ricardo Azevedo para o estágio da Seleção Nacional Sub 17 Feminina de Futsal, que decorreu recentemente, com treinos no Pavilhão do CS São João e no Pavilhão Gimnodesportivo de Condeixa.

Após os três dias de trabalho e em jeito de balanço, as duas atletas consideram a experiência muito positiva, destacando Beatriz Matos, guarda-redes do União 1919, o rigor e a intensidade dos treinos realizados.

Beatriz Roxo, jogadora da ARCD Venda da Luísa, afirma que a experiência foi “completamente diferente” do que esperava, com um “rigor e pressão controlados que permitiram que todas as jogadoras se sentissem bem” durante a permanência na Seleção Nacional.

Para a guarda-redes do União 1919 foi “tempo de aprender, o que é sempre positivo” num processo em que Beatriz Matos arrecadou muitos ensinamentos que utilizará no futuro quer no Clube, quer na Seleção da AF Coimbra.

Já Beatriz Roxo sublinha “os pormenores muito importantes, que fazem a diferença e que se revelam essenciais na formação de uma atleta de alta competição”, confessando que regressa à ARCD da Venda Luísa com “uma noção diferente, para melhor, do modo de encarar o jogo”.

O contacto com atletas de todo o país, asseguram, é um passo fundamental no percurso que pretendem realizar e que combina o futsal com os estudos e a atividade profissional. “Percebemos o trabalho que temos pela frente para evoluir quer individual, quer coletivamente e tivemos possibilidade de avaliar a preparação e as rotinas necessárias para se garantir a entrada na Seleção Nacional”, explica Beatriz Roxo.

Para já a hora é de saborear a chamada à Seleção Nacional Sub 17 Feminina de Futsal com um misto de “orgulho e surpresa”, afirma Beatriz Matos, cuja convocatória “deixou feliz a família e os responsáveis do União 1919”.

Beatriz Roxo partilha do estado de espírito da companheira de seleção, concluindo com a “sensação mágica” que a marcou quando chegou ao hotel e envergou pela primeira vez o fato de treino da equipa das Quinas: “Valeu por tudo, mas sabemos que as camisolas não jogam e que é necessário dar o máximo. Mas arrepia, se arrepia!”.

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