“Inventei a minha morte. Afinal, um morto pode escrever o que bem entender”, diz Pedro Guimarães

FOTO DR

São palavras cheias de bom humor, com ironia e alguma dose de ingenuidade a esconderam-se nas entrelinhas. Pedro Guimarães, 56 anos, sempre teve jeito para a escrita: nas redes sociais foi dando azo à habilidade, o que lhe mereceu elogios e seguidores. Agora, e a pedido de algumas pessoas, decidiu editar um livro. Chama-se “Diário de um Morto”, é uma edição de autor e será apresentado no próximo dia 30 de março, às 18H00, na Velha Academia (Piolho da Solum).

Sobre o livro, o autor explica: “Estava para ser o “Diário do Morto Antunes”. “Mas o Antunes, que é meu vizinho, não concordou e então tive que inventar a minha morte. Essencialmente, porque um morto é inimputável e pode escrever o que bem entender”.

Pedro Guimarães (que nasceu na Maia, mas que veio para Coimbra ainda miúdo) tem um amor imenso pela cidade, onde é empresário, e pela Académica, seu clube de coração. E isso marca-lhe inevitavelmente a escrita, esse gosto antigo que nasceu quando um dia na escola, ainda criança, lhe pediram para fazer uma redação.

Versão completa na edição impressa

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