Lousã espera para ver como correm as obras do MetroBus

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DB-António Alves

A aprovação – em Conselho de Ministros, na passada quinta-feira – da verba total para realizar o projeto rodoviário do metrobus em toda a sua amplitude é, na ótica do presidente da Câmara Municipal de Lousã, “um dado que reforça a confiança na concretização do projeto”.

Luís Antunes referiu, no final da sessão de lançamento do concurso público, anteontem, em Miranda do Corvo, que se trata de uma solução que garante “a atratividade, qualidade e potencial deste modelo de transporte”.

O autarca observa que, com o sistema de mobilidade escolhido, “será possível à população aceder diretamente a pontos de Coimbra onde até aqui não era possível”. Referia-se ao facto de – com a concretização dos ramais suburbano e urbano (este numa 2.ª fase) – o sistema rodoviário elétrico do metrobus permitir a ligação direta a pontos terminais da linha, como a Estação de Coimbra B, que será remodelada neste âmbito, e ao Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC). Com 17 paragens no percurso de Serpins ao Alto de São João Coimbra) e outras 25 na cidade, o acesso aos serviços de saúde, repartições públicas, escolas e comércio da cidade ficam facilitados através deste sistema.

No troço suburbano as paragens serão as mesmas do antigo comboio do ramal da Lousã, mas na cidade haverá novas paragens no Vale das Flores e na Solum, bem como na Arregaça, Portagem e Loja do Cidadão. Aqui terá lugar a derivação para o CHUC (Linha Amarela), passando pelo Mercado, Universidade, Arcos do Jardim e Celas. Na baixa, a Linha Verde prolonga-se pelo Arnado, Açude/Choupal, Padrão/Monte Formoso e Coimbra-B.

Reportagem completa na edição impressa do Diário As Beiras 

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