Estudo vai decidir sobre extração de areia na praia da Figueira da Foz, afirma Luís Leal

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Foto: Pedro Agostinho Cruz-Arquivo

Luís Leal, da Administração do Porto da Figueira da Foz (APFF), entidade parceira da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e da câmara municipal para a dragagem de três milhões de metros cúbicos de areia no areal urbano (ver edição de ontem), defende que o estudo de impacte ambiental é que vai determinar de onde vai ser extraído o material inerte.

“O estudo de impacte ambiental vai definir as cargas e as áreas de abrangência da dragagem. Ou seja, vai determinar quanta areia vai sair da praia imersa e da praia emersa, entre o molhe norte e Buarcos”, sustentou aquele responsável, em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS.

Por outro lado, Luís Leal advogou que a transposição de areia do areal urbano par as praias do sul do concelho sujeitas a erosão costeira vai beneficiar o “ordenamento urbano e o aproveitamento turístico na cidade”.

Informação completa na edição impressa

One Comment

  1. Alberto Sousa says:

    Se o objectivo for trazer a praia para perto da avenida, acho uma boa ideia. Curiosamente, sendo eu um leigo nesta área dos assoreamentos, já hã muito tempo, que me questiono por que tal decisão não teria sido ainda tomada. Se for o que penso, ocorre-me também o reverso da situação. Não serã que o mar, com toda a força que lhe conhecemos, não teimosamente, volte a repor uma grande parte da areia que lhe vão tirar? Não será que o maior problema não estará nos molhes que foram construídos? Perdoem-me estas minhas "aleivosias" mas dado que me considero apenas um amante da Figueira, o concelho onde nasci e que me deu guarida até aos 29 anos de idade, faz com que, com vossa permissão, atire para aqui estás opiniões. Apenas e só opiniões. Um abraço a todos os meus confrades.

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