Agente da PSP de Coimbra condenado a prisão efetiva

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Arquivo-Luís Carregã

O Tribunal de Coimbra condenou hoje um chefe da brigada de trânsito da PSP a dois anos e meio de prisão efetiva por violência doméstica, ameaça agravada e ofensa à integridade física contra a sua ex-mulher.

O agente da PSP Luís Ribeiro, de 55 anos, era acusado pelo Ministério Público (MP) de violência doméstica, ofensa à integridade física simples e qualificada e ameaça agravada, contra a sua ex-mulher, com quem casou em 2013.

A juíza do Tribunal de Coimbra decidiu absolver o arguido pela prática de um crime de ofensa à integridade simples, mas decidiu condená-lo pela prática de um crime de violência doméstica, um crime de ofensa à integridade física qualificada, um crime de ameaça agravada, bem como por três crimes de difamação, da acusação particular.

A magistrada decidiu ainda manter a medida de coação de vigilância eletrónica e proibição de contacto com a vítima, sendo que o tribunal pediu ainda a certidão das atas para serem enviadas para o Comando Nacional da PSP.

Durante o julgamento, Luís Ribeiro procurou contrariar os factos presentes na acusação, mas o Tribunal de Coimbra não considerou o seu testemunho credível, notando que, por várias vezes, entrou em contradição – o mesmo se passou com algumas testemunhas abonatórias.

No final, a defesa afirmou que irá recorrer da decisão.

3 Comments

  1. Fala-se muito nesta noticia em violência doméstica, também está na moda!! Conheço bem o Chefe Jorge Ribeiro e posso assegurar-vos que tudo isto está errado, este Senhor foi condenado simplesmente porque é homem e é policia.
    Gostaria também de lembrar-vos que quer a Procuradora quer a Juíza são mulheres e tendenciosas.
    Quando da audição das testemunhas apresentadas pelo Jorge Ribeiro, a juíza esteve constantemente a interrompê-las, dava a sensação a quem estava a assistir que a dita senhora estava pouco interessada em ouvi-las e, depois nesta noticia vêm dizer que as testemunhas entraram em contradição!! Nada disso, ajuíza não permitiu que as testemunhas falassem sem constrangimentos como seria normal E só assim se compreende o desfecho!! Lá diz o povo o que parece nem sempre é
    Deixo aqui uma pergunta porque será que os senhores jornalistas não investigam o passado da Senhora que se diz agora "vitima de violência doméstica" quanto a outros relacionamentos que teve no passado, queixas existentes na policia, etc

  2. joana maria says:

    o ricardo deves ser uma homem e peras, cobarde de merd…e so coragem…os fracos defendem se uns aos outros.
    se calhar a tua mulher tambem leva na boca…sao uns fracos

  3. joana maria says:

    ricardinho, tambem bates na tua não é??és um fofo.gostava de te conhecer meu corajoso

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