“A minha melhor amiga chama-se esclerose múltipla”

FOTO DB/PEDRO RAMOS

Madalena Abreu tem esclerose múltipla. Há 25 anos, quando foi diagnosticada, temeu o pior. Agora, quase todas as manhãs faz exercício físico sob orientação de um treinador pessoal. O seu sonho é correr a meia maratona…

Nem sempre a vida é tão linear como a morte e nem sempre a vida é tão idílica como desejamos. Muitas são as vezes em que a própria vida sem avisar, a qualquer momento, nos tira o tapete dos pés e é necessário, imperativo mesmo, um novo acordar, ter garra e coragem para renascer.

É o caso de Madalena Abreu. Professora na Coimbra Business School, vereadora social-democrata na Câmara Municipal de Coimbra e doente com esclerose múltipla. Isso mesmo, esclerose múltipla. Uma patologia difícil de digerir e por vezes de aceitar, que leva muitos pacientes a crer que a partir daí a sua vida não vai apenas mudar, mas talvez capotar.

Aos 23 anos, Madalena foi confrontada com o diagnóstico pela primeira vez. Com muitos sonhos por realizar, de menina logo manifestou a coragem de uma supermulher. Ainda recorda o dia em que recebeu a má notícia. “Lembro-me do dia em que a médica me disse com ar pesado que tinha esclerose múltipla. Cheguei a casa e fui à Enciclopédia Luso Brasileira de Cultura, porque não havia internet na altura, ver o que era esta doença”, relembra.

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