Politécnico quer ser primeiro Eco-Campus em Portugal

Foto DB-Pedro Ramos

Ser a primeira instituição do Ensino Superior em Portugal a ser considerada Eco-Campus. Esta é a ambição no horizonte do Politécnico de Coimbra (IPC) que está a desenvolver uma estratégia articulada com vista à melhoria dos índices de sustentabilidade energética.
A aposta numa frota de carros elétricos (num total de 15 viaturas) e em bicicletas (40) que serão utilizadas por docentes e estudantes, melhorias na eficiência energética dos edifícios do IPC, redução do desperdício alimentar e aproveitamento dos excedentes para ajudar outras instituições, abolição das embalagens de plástico e colocação de produtos alimentares mais saudáveis nas máquinas de venda, e a implementação de um sistema de gestão de resíduos são as principais medidas desta estratégia.
As melhorias na eficiência energética dos edifícios serão concretizadas no âmbito da candidatura já aprovada ao Fundo Ambiental, num projeto que exigirá um investimento de cerca de 744 mil euros, 95 por cento comparticipados. Este ‘improvement’ não será igual em todas as escolas do Politécnico, já que instituições como a Agrária possuem “muito trabalho bem feito” nesta lógica de sustentabilidade ambiental. “A ideia passa por alargar esta estratégia a todas as escolas. Para isso, já estão a ser instalados os últimos postos de carregamento de energia elétrica para os carros, bem como a colocação de mais ecopontos e de torneiras automáticas nas casas de banho, para evitar o desperdício”, explica Ana Ferreira, pro-presidente para a área da Sustentabilidade Ambiental do IPC.

 

 

Notícia completa na edição impressa do dia 31 de janeiro de 2019

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