Marciano: a última papelaria tradicional de Coimbra faz 75 anos

FOTO DB/CARLOS JORGE MONTEIRO

São 75 anos de atividade e resistência na Baixa de Coimbra. Reinvenção é provavelmente a palavra que melhor define a história da papelaria Marciano, hoje nas mãos de Luís Costa Alves, neto do fundador.

Marciano Costa abriu a papelaria com o seu nome, na rua da Sofia, “no tempo em que uma tabacaria era quase uma farmácia”, lembra o atual proprietário. Depois da morte do avô, foi o pai, Euclides Costa, que assumiu o negócio e abriu a loja da avenida Fernão de Magalhães.

Entre outras da Baixa de Coimbra, a Marciano distinguiu-se sobretudo pela inúmera oferta de artigos para as belas artes. Luís herdou o negócio do pai e com ele a responsabilidade de manter aberta uma das casas mais emblemáticas de Coimbra e a última papelaria tradicional.

“Os tempos mudaram muito”, comenta Luís Costa Alves que tem trilhado e seu caminho e transportado um negócio com décadas para a atualidade.

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