APBC faz balanço positivo das atividades de Natal mesmo com menos vendas

“O balanço às nossas atividades é extremamente positivo”, foi desta forma que Vítor Marques classificou ontem as ações desenvolvidas pela Associação para a Promoção da Baixa de Coimbra (APBC) neste período de Natal e Fim de Ano.
O dirigente falava aos jornalistas à margem do sorteio da Tômbola de Natal (ver ao lado), lembrando que as atividades “foram propositadas ao fim de semana, com vários objetivos, um deles atrair as pessoas quando têm mais disponibilidade para fazer as suas compras”. Portanto, continuou, “direcionámos as nossas atividades para os sábados e domingos” e, “conforme podem comprovar, através das redes sociais, todas as atividades estiveram com muitas pessoas”. Ou seja, para Vítor Marques, “foi extremamente positivo para nós as novas atividades e parcerias que decidimos levar avante neste Natal de 2018”.

Menos vendas
Já no que diz respeito ao cabaz de Natal, o presidente da APBC revelou que, este ano, as vendas “não foram tão boas”. “No ano passado, tivemos cerca de 3.500 talões e este ano devemos ter cerca de 2.500. Também no ano passado tivemos cerca de 65 estabelecimentos aderentes e este ano só 60”. Segundo o responsável, “isso também provoca alguma diferença, mas o que julgo ser importante é mantermos estas atividades, convidarmos as pessoas e mantermos a animação de rua”. Acima de tudo, acrescenta, “fizemos um grande desafio às pessoas de Coimbra, que foi virem não só à Baixa, mas visitarem as lojas e conhecerem os proprietários”.
Vítor Marques aproveitou o momento do sorteio para agradecer às entidades que participaram neste programa que, recorde-se, começou a 24 de novembro e chegou ontem ao fim.

38 lojas fechadas
em três ruas
Relativamente à falta de gente nas ruas da Baixa, Vítor Marques lembrou que o encerramento do terminal de comboios junto ao Parque da Cidade “tem diminuído a circulação de pessoas na Baixa” e, com isto, aproveitou para chamar a atenção “dos dirigentes para o fecho da Estação Coimbra-A”.
Segundo o presidente da APBC, “a alteração da movimentação de pessoas afeta a atividade comercial do centro histórico. Não podemos ter três ruas com 38 lojas fechadas”, frisou.

Notícia completa na edição impressa de hoje

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