“Acordam de manhã e dizem que vão baixar as propinas. Confesso alguma desilusão neste governo”

FOTO DB/ PEDRO RAMOS

Chega à direção-geral da Associação Académica de Coimbra (DG-AAC) com o entusiasmo de quem está a iniciar uma aventura. E, para o presidente Daniel Azenha, este é o momento perfeito: 2019 terá eleições legislativas, eleições europeias e eleições para a reitoria da Universidade de Coimbra. “É o ano ideal para nos manifestarmos e para dizer aquilo que queremos para o ensino superior”. Em entrevista ao DIÁRIO AS BEIRAS, o aluno da FLUC revela algumas das ideias que leva para o novo mandato na DG-AAC e lamenta a falta de estratégia para o ensino superior

Este é o segundo dia enquanto presidente da direção-geral da Associação Académica de Coimbra (DG-AAC). Qual foi a primeira medida que tomou?
A primeira medida foi aquela que falámos na tomada de posse. A verdade é que tivemos um problema durante as eleições à DG-AAC e a minha primeira medida foi logo aquela que eu disse: rever todo o processo eleitoral para que nada de mal aconteça nas próximas eleições. É algo que eu não desejo a ninguém, foi algo muito duro para todos os candidatos e queremos que daqui para a frente tudo corra pelo melhor. E essa foi logo a primeira medida que tomei.

Disse que não houve fraude. Mas houve uma suspensão…
Sim. Primeiro, quero dizer, desde já, que é importante ter muito cuidado com a forma como se fala da eleição em nome da AAC e esse foi um erro tremendo por parte dos intervenientes quando se falou em fraude. Não existiu fraude absolutamente nenhuma. Houve um erro processual. A comissão eleitoral não tinha uma ata de apuramento da totalidade dos boletins e, por isso, é que houve essa suspensão, até percebermos a atualidade dos boletins e se aquilo ia ao encontro do que estava nas urnas, se havia ali algum desvio acima daquilo que nós sabíamos que era normal. Não houve fraude eleitoral. Aliás, se existisse alguma suspeita de fraude, todas as listas e, principalmente, a lista de que eu era candidato, pedíamos a repetição do ato eleitoral sem qualquer problema.

 

Entrevista completa na edição impressa de 17 de janeiro

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