Taxa de infeção com VIH sobe no Centro e desce no país

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O Centro continua a registar taxas de incidência de infeção VIH e de sida inferiores às nacionais. No entanto, em 2017, a região não acompanhou as tendências decrescentes. De facto, no ano passado, foram notificados 153 novos casos.

Os dados foram, divulgados pela Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro, a propósito da comemoração, a 1 de dezembro, do Dia Mundial de Luta Contra a Sida.

Este ano, a efeméride é assinalada com uma campanha nacional subordinada ao tema “Conheça o seu estado”. O objetivo é sensibilizar para a importância de todos conhecerem o seu estado serológico relativamente ao vírus da imunodeficiência humana/síndrome da imunodeficiência adquirida (VIH/sida).
Numa análise mais detalhada dos dados fornecidos pela ARS do Centro, que compara os anos de 2016 e 2017, é possível verificar que a taxa de novos casos de infeção VIH aumentou na região Centro (de 8,7 por 100 mil habitantes, em 2016, para 9,2/ 100 mil, em 2017).

Já no que respeita à sida, regista-se estabilidade na taxa de incidência (2,1 por 100 mil habitantes tanto em 2016 como em 2017), mas os óbitos relacionados subiram (seis em 2016 e sete em 2017).

Num olhar mais abrangente, a ARS identifica 4.448 casos acumulados de infeção VIH, entre janeiro de 1983 e 31 de dezembro de 2017, sendo 74,6% do sexo masculino.

 

(leia notícia completa na edição em papel de 1 de dezembro de 2018 do Diário As Beiras)

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