Opinião: Sobre o tomate-cereja anão

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Pedro Silva, aprendiz de digital marketer

A humanidade, entre outros temas igualmente relevantes para o seu progresso, debate-se hoje por tentar entender as razões pelas quais surgiu um convite para esta pessoa escrever nestas linhas. Felizmente, dirá a humanidade, trata-se de algo a acontecer apenas uma vez por semana. Mas, já que aqui estamos, aproveitemos para esclarecer que, inevitavelmente, a pessoa que escreve estas linhas será nestas linhas algumas vezes injusto, estará outras vezes errado, tentará ser sempre assertivo e, para facilitar a vida ao paginador, jamais ultrapassará as margens.

E, mais do que plantar mensagens, essa mesma pessoa julga importante estimular o leitor através das grandes questões actuais do universo. Como esta: será hoje a Figueira da Foz um concelho suficientemente dinâmico que permita ao autor destas linhas desencantar temas minimamente atrativos, sem ter que escrever sobre o desenvolvimento sustentável do tomate-cereja anão na freguesia de Ferreira-a-Nova? Ainda não sabemos.

Mas aqui chegados, caro leitor e excelentíssima Figueira, sente-se esta pessoa na obrigação de apresentar a seguinte proposta. Os meus amigos encarregam-se de abanar gentes, despertar causas, levantar ondas, agitar mentes. E esta pessoa compromete-se a dissecar o respectivo desenvolvimento. Temos acordo? Ou deverá esta pessoa iniciar fora destas linhas uma especialização em tomate-cereja anão?

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