Carmo Rebelo: uma Briosa paixão que atravessa gerações

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Uma vida que se cruza com as últimas quatro décadas da Académica. Carmo Rebelo trabalha para os estudantes desde 11 de setembro de 1974, tendo sido também jogadora de basquetebol na formação academista. A paixão que sente pela equipa de Coimbra é algo transversal na família Rebelo, com o marido de Carmo, os seus filhos e, mais recentemente, a neta a estarem ligados à Briosa, como adeptos e atletas de várias modalidades.

O interesse de Carmo Rebelo pela Académica apareceu ainda em criança. “Esta paixão começou quando eu tinha seis anos. Em casa dos meus avós falávamos muito da Académica e eu e um primo meu, que éramos doidos por futebol, quando havia jogos em Coimbra, vínhamos a correr desde o Arco da Almedina até ao estádio e chegávamos aqui e pedíamos “ó senhor diretor deixe-me entrar consigo”. Quando eles não deixavam ou já não estavam à entrada, tínhamos de furar e entrar pelas grades, tinha seis, sete anos e vinha sempre ao futebol”, mencionou.

Questionada sobre o significado do clube na sua vida, a ex-base dos estudantes não tem dúvidas na resposta. “Significa tudo. Comecei a gostar da equipa muito nova depois, com 14 anos, comecei a jogar basquetebol na Académica. Aos 15 anos fui campeã nacional de seniores pela primeira vez”, revelou. O primeiro cargo que desempenhou no clube foi o de telefonista, num ano em que a Académica passou a ser… o Clube Académico de Coimbra (CAC – entre 1974 e 1984).

Notícia completa na edição impressa do dia 23 de  novembro de 2018

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