50 anos a minimizar a dor de quem “carrega” um cancro

DB-Carlos Jorge Monteiro

É este o desafio: “muito para além de tratar o cancro do doente, importa tratar o doente com cancro”, disse ontem a diretora-geral da Saúde.

Ao intervir em Coimbra nas jornadas50 Anos no Centro da Luta Contra o Cancro”, Graça Freitas relembrar que, estando a população a envelhecer, haverá nos próximos anos mais doenças oncológicas.

“Sendo expectável que a sobrevida seja maior – felizmente, cada vez mais se sobrevive a doenças oncológicas -, o acompanhamento aos doentes, não só na vertente clínica, mas também na vertente social, humana e na parte emocional, é cada vez mais importante. E aqui, a sociedade civil, como a liga, tem um papel fundamental”, adiantou em declarações aos jornalistas.

A assinalar os 50 anos desde que foi constituído, o Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC-NRC) está a realizar as jornadas “50 Anos no Centro da Luta Contra o Cancro”, que terminam amanhã no Hotel Tryp Coimbra. O tempo é, por isso, de balanço da atividade desenvolvida ao longo dos últimos anos na prevenção primária e secundária do cancro, no apoio social e a humanização da assistência ao doente oncológico, bem como na formação e investigação em oncologia.

Um trabalho, aliás, que tem merecido o reconhecimento e o apoio da população. “De ano para ano, esse reconhecimento aumenta e, assim, podemos retribuir e ajudar o doente com cancro, as suas famílias e cuidadores”, disse ao DIÁRIO AS BEIRAS Carlos Oliveira, presidente do Núcleo Regional Centro da LPCC.

Pode consultar a notícia completa na edição impressa desta sexta-feira, 16 de novembro, do Diário As Beiras

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