O que está feito e o que está por fazer quando passa um ano dos incêndios de outubro de 2017

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Arquivo- Carlos Jorge Monteiro

Fazer renascer a região Centro, com a reconstrução das casas e das empresas, depois dos incêndios de outubro de 2017 é uma tarefa que está nas mãos da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), presidida por Ana Abrunhosa. Um ano depois, a responsável fala das dificuldades, das vitórias e conta os momentos de pânico que viveu quando viu concursos desertos e empreiteiros a recusarem trabalho.

“Faço um balanço positivo. Dos 828 pedidos, já temos 285 concluídos e 455 em execução, em diferentes fases de obra. Há uma fase em que houve muito trabalho que não teve visibilidade no terreno, mas que tinha de ser feito”, afirma Ana Abrunhosa.

“Falta muito trabalho ainda, mas estamos animados porque há uma fase muito complexa, muito delicada que já ultrapassámos. Tive concursos que ficaram desertos, vivi momentos de pânico em que pensava que não ia ter empreiteiros. Houve dezenas de empreiteiros que disseram que não”, conta.

O processo é complexo, Ana Abrunhosa admite. Do que está para trás, considera que o que correu melhor foi o apoio às empresas. “Fizemos um trabalho de grande proximidade com as empresas, aprovámos 283 candidaturas com uma intenção de investimento de 90 milhões de euros”. O apoio aprovado, de 74 milhões, permite “manter mais de 3.000 postos de trabalho na região”.

“Os empresários têm uma característica muito especial: são resistentes, não desistem. Ficaram abalados um par de meses, mas muitos deles começaram a laborar”, sublinha a presidente da CCDR.

Pode consultar a reportagem completa, bem como as respetivas infografias, na edição impressa desta segunda-feira, 15 de outubro, do Diário As Beiras 

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