Hotel obrigado a indemnizar construtora

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O Supremo Tribunal de Justiça deu razão a uma firma com sede em Coimbra no diferendo com a ADFP. Desta forma, prevalece a sentença de um tribunal arbitral que condenou uma empresa de Miranda do Corvo, criada por aquela fundação para construir e gerir um hotel, a pagar 628 mil euros à construtora contratada.
A decisão do Supremo, datada de 16 de outubro último, a que o DIÁRIO AS BEIRAS teve acesso, decorre de um recurso apresentado pela Jobipiso, Construção Civil e Obras Públicas, Lda. – firma que ganhou o concurso para a construção de um hotel, em Miranda do Corvo. A empreitada, financiada por verbas públicas, foi contratada pela HSL – Hotel Serra da Lousã, Unipessoal, Lda, que tem uma única quota, propriedade da Fundação ADFP, liderada por Jaime Ramos.
No decorrer dos trabalhos, HSL e Jobipiso desentenderam-se e a firma de Coimbra foi dispensada. A 27 de abril de 2015, a sete meses da inauguração do hotel, a empresa da ADFP resolveu o contrato de empreitada e tomou posse do local da obra.

 

Notícia completa na edição impressa de dia 31 de outubro

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