Docentes desafiam Governo e avançam mesmo para a greve

Posted by

DR

As organizações sindicais de professores e educadores confirmam a greve, que se inicia hoje, segunda-feira, ao trabalho extraordinário, que consideram “ atividade ilegalmente imposta”. Mas o Ministério da Educação entende que não existem horários ilegais, como alegam os sindicatos, pelo que a greve pode ter como consequência a perda de remuneração.

Em causa, na convocação desta paralisação, está um pacote reivindicativo que envolve sete pontos: recuperação do tempo de serviço cumprido (9 anos, 4 meses e 2 dias); regime específico de aposentação; horários de trabalho que respeitem os professores/educadores e a lei; combate efetivo à precariedade; melhoria das condições de trabalho; resolução dos problemas das escolas; investimento efetivo na Educação.

Mas o que verdadeiramente está a gerar polémica é a ameaça de greve às reuniões que os sindicatos consideram não estar no horário dos professores.

Como se sabe, o contrato dos professores pressupõe um horário legal de 35 horas semanais – que incluem as componentes de trabalho letiva e não letiva, na escola, e individual.

Neste contexto, as organizações sindicais assumem as reuniões como trabalho extraordinário (e não pago). O ministério contesta e ameaça com perda de ordenado. Mas os sindicatos insistem que não há lugar a qualquer corte de remuneração, “dado que a tutela não tem pago esse mesmo trabalho como extraordinário”.

Pode consultar a notícia completa na edição impressa desta segunda-feira, 29 de outubro, do Diário As Beiras

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

*

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.