Colete inovador monitoriza doença pulmonar obstrutiva crónica

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Um consórcio europeu, no qual participam nove investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), desenvolveu um colete inovador para monitorização contínua da doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC). Em 2030, a doença será a quarta causa de morte e a sétima de morbilidade no mundo, de acordo com previsões da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Em comunicado, a FCTUC explica que o projeto foi desenvolvido ao longo dos últimos quatro anos e teve como “grande objetivo desenvolver um sistema tecnológico que mude o paradigma no tratamento e acompanhamento dos pacientes que sofrem de DPOC com comorbilidades (designadamente insuficiência cardíaca, ansiedade, depressão e diabetes)”. A equipa apostou na designada medicina P4 ; “preditiva, preventiva, personalizada e participativa”.

Denominado WELCOME (acrónimo de wearable sensing and smart cloud computing for integrated care to COPD Patients with Comorbiditie), o projeto dispõe de um financiamento de seis milhões de euros da União Europeia, que, entretanto, já aprovou a concessão de mais quatro milhões de euros. O consórcio conseguiu “pela primeira vez, produzir um colete”, incorporando “um sistema de tomografia de impedância elétrica, equipamento que permite obter, de forma não invasiva, imagens dos pulmões geradas pela passagem de corrente elétrica”.

Pode consultar a notícia completa na edição impressa desta terça-feira, 16 de outubro, do Diário As Beiras 

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