Vítimas dos fogos acusam a CCDRC de dificultar apoios para recuperação de casas exigindo documentos

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ARQUIVO DB/CARLOS JORGE MONTEIRO

Depois do Ministério do Planeamento e Infraestruturas ter comunicado, anteontem, que já estão concluídas 191 casas das 713 habitações apoiadas para recuperação dos incêndios de outubro de 2017, a Maavim (Movimento Associativo de Apoio às Vítimas dos Incêndios de Midões) diz-se “estupefacta com a dimensão do abandono à população afetada”.

De acordo com a associação, “os mais de mil milhões contratualizados pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), para fiscalização e para análise dos processos, pelos vistos não foram suficientes”.

A Maavim, liderada por Fernando Tavares Pereira, refere, em comunicado, que “muitos ainda acalentam a esperança de poder vir a ter habitação, mas a CCDRC emitiu uma nota onde refere que terminaram os prazos de candidatura, sem que tudo esteja resolvido, voltando esta semana a pedir documentos que ou não existem, ou as pessoas já entregaram”.

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