Opinião: Outra “energia renovável”

Posted by

Esta semana começou com notícias significativas para aqueles que acham que vale a pena investir na juventude como motor do desenvolvimento das comunidades.

Por um lado, a ONU, pela voz de António Guterres, lançou a primeira Estratégia das Nações Unidas para a Juventude (“Youth 2030: The UN Youth Strategy”). Nela a organização defende um mundo onde os direitos humanos de cada jovem são respeitados, onde estes têm oportunidade de desenvolver o seu potencial individual, e onde são reconhecidos como valiosos agentes de mudança. E, porque quer continuar a ser líder no trabalho com a juventude, promete investir para ser: pioneiro no conhecimento, fonte de inovação, catalista de soluções e campeão de transparência.

No mesmo dia em que a estratégia era lançada, o projeto “A maior lição do mundo” (que envolve a UNESCO e a UNICEF) apresentou a sua versão 2018. Este projeto produz desde 2015 dezenas de materiais educativos que permitem divulgar os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 2030 junto das crianças e jovens e encorajá-los a desenvolver projetos nas suas comunidades que contribuam para atingir esses objetivos.

Ainda no mesmo dia, começava em Viena o Congresso “Child in the City” onde 350 delegados de 47 países partilhavam como tornar as cidades mais amigas das crianças e jovens, com o seu envolvimento.

A nível global parece já se ter percebido que o futuro não pode ser desenhado e construído (hoje) sem aqueles que nele vão viver. E por cá?…até quando continuaremos a desperdiçar esta “energia renovável”?

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

*

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.