Hotelaria considera época balnear “muito positiva”

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FOTO DB / JOT’ALVES

Junho, apesar da instabilidade meteorológica, foi bom. Julho, com o tempo a manter-se instável, foi melhor. Agosto, que foi abrasador, o mês em que todos querem fazer férias, “foi muito bom”. E setembro, que se despede do verão, deverá fechar com uma taxa de ocupação hoteleira a rondar os 80 por cento. Resultado: o vice-presidente da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF) para o turismo, Jorge Simões, faz balanço “muito” positivo da época balnear.

“Foi um verão muito positivo”, afirmou Jorge Simões, corrigindo que a época balnear ainda não acabou, porque “falta fazer o balanço de setembro”, que, baseando-se na taxa de ocupação, “entre 70 e 80 por cento”, e no número de reservas, adiantou que deverá ser igualmente “bom”. No último mês do verão, a hotelaria da Figueira da Foz vive, sobretudo, de grupos estrangeiros, um mercado que, nos últimos anos, vem reconquistando, esclareceu aquele responsável.

Junho, como já se referiu, foi o mês mais fraco da época balnear, mas, segundo o vice-presidente da ACIFF, correspondeu à média de dormidas de anos anteriores. Avançando uma página no calendário, “julho foi positivo para a maioria das unidades hoteleiras, mas houve uma ou outra que ficou um bocadinho aquém dos objetivos, mas os resultados atribuem-se ao facto do tempo não ter ajudado muito, e houve alguns cancelamentos de reservas, mas a maioria não sentiu isso”.

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