Fogos despejaram sedimentos no Mondego, mas sem risco para a saúde pública

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Os grandes fogos da região Centro do ano passado, principalmente o de 16 de outubro, provocaram efeitos na Bacia Hidrográfica do Mondego, com “um aumento considerável de alumínio, ferro e manganês”, mas sem colocar em risco a saúde pública, concluíram investigadores da Universidade de Coimbra.

Os investigadores, que desenvolveram o estudo entre novembro de 2017 (“um mês após os incêndios”) e junho deste ano, “monitorizaram dez pontos de amostragem (em municípios como Arganil, Tábua, Oliveira do Hospital, Mortágua e Lousã) de sete linhas de água, nos seus parâmetros físicos e químicos, da bacia hidrográfica do rio Mondego, que foi afetada em cerca de 30% de área ardida.

O estudo serviu para detetar e avaliar quais as alterações nas propriedades da água, assim como o tipo de sedimentos formados após os incêndios”, refere a equipa de investigadores do Centro de Estudos Sociais (CES) e do Departamento de Ciências da Terra (DCT) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.

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