Areal urbano da Figueira da Foz poderá crescer mais 50 metros

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Foto: DB-Jot’Alves

Segundo o geógrafo José André, que estuda as alterações da linha de costa entre a Figueira da Foz e São Pedro de Moel, o areal urbano da cidade da Praia da Claridade pode crescer mais 50 metros. Neste momento, a distância entre a avenida marginal e o mar, na zona mais larga (Praia do Relógio), é de 750 metros, em baixa-mar, afiançou o estudioso.

“Neste momento, a praia está a crescer menos do que no início do prolongamento do molhe norte, que crescia 40 metros por ano. No ano passado, não cresceu em largura, mas aumentou em altura. Isto tem que ver com o período das ondas, que foi muito elevado. A minha previsão é que a praia vai estabilizar após a largura aumentar mais entre 30 e 50 metros”, sustentou José André ao DIÁRIO AS BEIRAS.

O investigador ressalvou, contudo, que extensão do areal urbano da Figueira da Foz, que tem registado avanços e recuos, está pendente da ondulação, nomeadamente, da altura, período e rumo das ondas. Aquelas três variáveis são determinantes para a dinâmica sedimentar.

Informação completa na edição impressa

6 Comments

  1. senhor silva says:

    "A minha previsão"…..

    Mais um da escola do passos coelho e dos loucos que se ouvem na TV.
    Doidos varridos, sem um pingo de ciência.

    A previsão, tirou-a do cu, fiquem a saber, caso tenham dúvidas.

    • Besugo O Peixão says:

      Pois, isso. Por isso é que preferimos os analíticos de mar alto aos continentais da costa. O perigo de se ficar tresloucado sempre é menor.
      Deixa-o crescer. Afinal há variáveis determinantes para isso. Cresce e depois decresce. Naturalmente, com a maré, ou então por variáveis mecânicas, com drenagem, dragagem.

    • Alberto Petinga says:

      Revela que não tem educação e não respeita o trabalho dos científicos. Nem se percebe o que tem o passos coelho e os outros loucos a ver com o assunto do areal. Vá-se mas é tratar da cabeça.

  2. Besugo O Peixão says:

    Porquê -1 ?!
    Até parece que é bom para um peixe qualquer ocorrerem estas oscilações da linha de costa, seja em largura, seja em altura!
    Isso causa stress adaptativo nos peixes!
    Depois admiram-se que os peixes dêem todos de frosques!

  3. O que é primariamente relevante aqui é a construção de molhes.
    Nem sempre aquilo que se diz em conversa informal a jornalistas ou outras pessoas quaisquer, ou aquilo que se escreve num artigo jornalístico, corresponde ao que está descrito nos artigos de investigação científica. Os Srs. Jornalistas do Diário as Beiras têm toda a vantagem em disponibilizar a hiperligação para os artigos dos Srs. Cientistas, sempre que um artigo jornalístico se refere a estudos científicos, por forma a serem escrutinados pelo público. Os Srs. Cientistas, se forem escorreitos de pensamento, irão agradecer a exposição do seu trabalho. Se não forem escorreitos, não.
    http://www.uc.pt/fluc/depgeo/vicng/pdf/02

    A falácia detectada é uma das da relevância – petitio principii – mas não se trata de um non sequitur.
    O que é primariamente relevante aqui é a construção de molhes.

    O trabalho e a preocupação dos Srs. Cientistas com as alterações da linha de costa é válido e bem-vindo.

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