Plano intermunicipal de Transportes não arranca e custos não param de aumentar

A definição de um plano integrado de transportes intermodal para toda a região, com bilhete único por passageiro e em meios de transporte sustentáveis ainda não é mais do que uma miragem

Melhorar as condições de segurança, conforto e rapidez dos 250 mil movimentos diários realizados por passageiros que vivem nos 19 concelhos da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIM-RC) é o objetivo do Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável (PAMUS).

O documento foi apresentado há mais de dois anos, mas voltou a ser discutido ontem, com técnicos de várias autarquias, numa sessão que decorreu na Mealhada.

Jorge Brito, secretário executivo da CIM-RC explicou que o novo Regime Jurídico do Serviço Público do Transporte de Passageiros atribui a gestão deste tipo de transportes às Comunidades Intermunicipais, entre outras estruturas locais, pelo que se impõe “um aumento da competitividade do transporte público através da alteração da organização e funcionamento das redes existentes, privilegiando a definição de sistemas tarifários integrados e de sistemas de informação ao público abrangentes e fiáveis”.

Versão completa na edição impressa de 22 e 23 de setembro

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