O mundo a semana passada-A GEOPOLÍTICA da semana

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29 julho-DOMINGO BERLIM- O ex-Presidente da Generalitat, Carles Puigdemont, numa conferência de imprensa em Berlim, reconhece o fracasso do movimento de independência: “Não temos apoio de nenhum estado”. No entanto, acentuou a mudança de estilo e linguagem do governo de Pedro Sanchez e assegurou pretender voltar à Catalunha, apesar do mandado de prisão do governo espanhol. Esta é a primeira conferência de imprensa desde que o Supremo Tribunal retirou o mandado de detenção.

30 julho-SEGUNDA-FEIRA- NEW YORK-António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas, informou que a ONU está com um deficit financeiro para socorrer as suas necessidades. Para o efeito, convocou os Estados membros a liquidarem o que devem o mais rápido possível. “Os nossos recursos financeiros nunca estiveram tão em baixo”, disse Guterres. É uma situação financeira de rutura e muito problemática. Dos 193 países da ONU, apenas 112 pagaram as suas contribuições atempadamente.

31 julho- TERÇA-FEIRA- WASHINGTON Trump diz que está disposto a encontrar-se com o presidente do Irão, sem condições pré-determinadas, depois de trocarem fortes ameaças na semana passada. Tal foi afirmado ao lado do 1º ministro Italiano, Guiseppe Conte. Desde que, em maio passado os EUA deixaram acordo nuclear multilateral, a relação entre os dois países está muito tensa. O acordo previa que o Irão se comprometeria a limitar suas atividades nucleares em troca da abolição das sanções.

1 agosto- QUARTA-FEIRA- HARARE- A primeira eleição do Zimbabué sem o ditador Robert Mugabe, elevou as expectativas dos cidadãos de que finalmente sairia do poder o partido Zanu-PF (União Nacional Africana do Zimbábue), que governa desde a independência do país, em 1980. O entusiamo entre os eleitores da oposição aumentou depois que o MDC (Movimento pela Mudança Democrática), o principal partido opositor, declarou vitória, mas a alegria durou pouco, visto ter vencido a ZANU.

2 agosto-QUINTA-FEIRA- ROMA O Papa Francisco declara a pena de morte inadmissível em todos os casos. Aprova uma nova versão do Catecismo, onde afirma que pena capital “atenta contra a inviolabilidade e a dignidade” humana. Na versão antiga do Catecismo, livro doutrinal da igreja, não se excluía a pena de morte “se esta fosse o único caminho possível para defender eficazmente as vidas humanas do agressor injusto”. A Igreja Católica compromete-se a conseguir a abolição da pena de morte.

3 agosto- SEXTA-FEIRA- LUANDA Presidente Kabila, da República Democrática do Congo, visita oficialmente Angola, a convite do seu homólogo angolano, João Lourenço. A República Democrática do Congo e Angola partilham uma longa fronteira comum e desenvolvem relações de cooperação na área da Defesa e Segurança, Transportes, Petróleos, Turismo e Pescas. A visita inscreve-se no quadro das relações de cooperação existentes entre os dois países e dos contactos regulares entre os dois estadistas.

Pode ver a infografia completa na edição impressa, dias 4 e 5 de agosto, do Diário As Beiras

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