Judo – A cegueira não os impediu de competir ao mais alto nível

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FOTO DB / CARLOS JORGE MONTEIRO

O 30.º Estágio Internacional da Académica, organizado pela secção de judo dos estudantes, termina hoje. Durante uma semana o Pavilhão Multidesportos Mário Mexia recebeu mais de quatro centenas de atletas que prepararam no tatami (tapate) a nova época competitiva.

Entre os presentes esteve a Seleção Portuguesa de judo adaptado ou Paralímpico, que trouxe seis atletas até Coimbra (a equipa é composta por sete elementos, com um deles , João Machado, a competir nas provas Surdolímpicas). O primeiro português a marcar presença nos Jogos Paralímpicos (Rio de Janeiro, 2016), na modalidade de judo adaptado, Miguel Vieira, foi um dos judocas que integrou a comitiva.

“Já praticava judo, mas aos 20 anos ceguei, depois fiquei algum tempo afastado. Em 2012 comecei a praticar o judo já numa vertente Paraolímpica ou adaptado para cegos. Foi um ressuscitar daquilo que eu já fazia”.

A meta para o futuro já está traçada: “quando me perguntam se o principal objetivo são os Jogos de Tóquio 2020, eu não posso dizer quer não. Estou a treinar e a preparar-me porque é essa a nossa meta”, frisou.

Notícia completa na edição impressa de 31 de agosto

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