Igreja de Santa Justa aberta a visitas com empenho e devoção de um voluntário

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Templo emblemático a marcar o início da rua da Sofia, “entrada” privilegiada no coração da cidade, a igreja de Santa Justa (re)nasceu naquele espaço, altaneira – com a primeira pedra colocada a 24 de agosto de 1710 –, depois das constantes cheias do Mondego terem martirizado a igreja medieval instalada no Terreiro da Erva, onde as suas ruínas ainda se encontram visíveis.
Entregue ao cuidado dos Capuchinhos desde 1943 e até 2008, grande foi o trabalho pastoral realizado por aqueles irmãos da família franciscana, com Santa Justa a conhecer então o destino de outros templos, com cada vez menos respostas da Igreja a debater-se com o decréscimo das vocações sacerdotais. Em resultado, um templo de portas fechadas, mas este com uma história rica e fascinante para contar no coração da cidade.
Isto até há cerca de dois anos, quando António Martins, reformado depois de uma vida ao serviço da casa Marthas, com tantas décadas na Praça Velha, ter decidido dar algum dos seu tempo para ter a igreja aberta, depois das manhãs que dedica a quem precisa no IPO de Coimbra.
“Entendi que seria uma pena Santa Justa estar fechada e abrir unicamente para as missas das 10H00, aos domingos”, diz ao DIÁRIO AS BEIRAS, sublinhando os grupos de várias nacionalidades que chegam para visitar a igreja: polacos, italianos, americanos, da África do Sul…

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