Opinião: Um ano a escrever

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Foi há cerca de um ano que surgiu o simpático convite do Diário As Beiras para escrever esta coluna das quintas-feiras.

Aceitei, honrado, esse convite assim que resolvi umas questões que tinha pendentes. E aceitei com gosto. O exercício da escrita e uma rotina de reflexão, ainda que breve, sobre as coisas da Figueira da Foz, do país e do mundo são, creio eu, hábito salutar. Também é certo que, num jornal, há que conter os exageros de linguagem e, por isso, o exercício da escrita é também uma forma de sublimação das pulsões opinativas mais radicais. Aqui e além, ainda assim, terei acabado por cair nalgum excesso que, visto agora, seria de evitar.

Ao longo deste ano que, como sói dizer-se, passou num instante, procurei ir argumentando, como fui podendo, em favor das coisas em que (ainda) acredito: a moderação política, o repúdio pelos extremismos, a lisura na condução dos negócios, muito em especial dos negócios públicos, a importância de finanças públicas sãs e, num plano outro, a preservação do modo de vida ocidental e a tentativa de aprender com as lições da história. Se fui minimamente bem-sucedido nesse esforço é coisa que tenho dificuldade em aquilatar.

Devo um agradecimento ao Diário As Beiras, e tenciono, se não me dispensarem, continuar por mais um tempo, sem alterar o essencial da “linha”. Aos que tiverem a amabilidade de continuar a ler o que vou escrevendo, fico antecipadamente grato.

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