Opinião – Olho de Falcão

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Se estamos hoje em Coimbra a viver os EUGames 2018, será bom lembrar que o devemos essencialmente à Associação Académica de Coimbra (AAC). É certo que a Universidade de Coimbra (UC) esteve envolvida na candidatura desde o momento zero, mas nada estaria a acontecer neste momento sem a intervenção decisiva da mais prestigiada estrutura associativa de estudantes do nosso país.

A primeira candidatura aos Jogos Europeus Universitários ( 2012) foi perdida para Zagreb (EUGames 2016), mas a reação foi imediata e em força tendo resultado na vinda para Coimbra dos EUGames 2018. Ambas as candidaturas aconteceram durante o mandato de Ricardo Morgado como Presidente da Direção Geral da AAC. Depois dele sucederam-se Bruno Matias, José Dias e, atualmente, Alexandre Amado. Todos unidos num trabalho de continuidade e sempre apoiados pela atual Reitoria (curiosamente um só Reitor que acompanhou transversalmente os quatro Presidentes da AAC envolvidos no processo). À AAC e à UC juntou-se naturalmente a Câmara Municipal de Coimbra (CMC) e, como não poderia deixar de ser, a Federação Académica do Desporto Universitário (FADU).

É legítimo afirmar que a AAC mantém a sua propensão para estar à frente no tempo e dizer presente em momentos únicos para o país. Para a AAC o sonho comanda a vida e é por isso que Coimbra nos deixa tanta saudade na hora da despedida.

 

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