Mau tempo não afeta hotelaria

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DB-J.A.

Apesar do sol e do calor, em junho e julho, terem ido passar férias noutras latitudes da Europa, os turistas não se esqueceram da Figueira da Foz. Segundo avançou ao DIÁRIO AS BEIRAS o vice-presidente da Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF) para a área do turismo, Jorge Simões, naquele período, a procura turística esteve “estabilizada, em comparação com 2017, o que acabou por ser positivo”.

“Quer os resultados deste ano, quer as perspetivas da época balnear, tudo indica que vão ser muito similares aos de 2017, apesar do tempo não estar a colaborar. Mas a procura mantém-se”, acrescentou Jorge Simões. Aquele dirigente empresarial e empresário de hotelaria avançou, por outro lado, que a taxa média de ocupação hoteleira em julho atingiu os 70 por cento, a mesma que projeta para setembro, enquanto em junho não foi além dos 50 por cento.

É em agosto que os hoteleiros mais faturam. Segundo as previsões, o verão deverá chegar, enfim, a partir da próxima semana. “Em agosto, esperamos chegar aos 90 por cento de taxa de ocupação”, antecipou Jorge Simões. Portanto, “está tudo dentro da normalidade”. Assim sendo, alterações, só as climáticas.

Pode ler a notícia completa na edição impressa de fim-de-semana, 28 e 29 de julho, do DIÁRIO AS BEIRAS

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