Quatro mil atletas num “campus universitário que é uma cidade”

FOTO DB/CARLOS JORGE MONTEIRO

Falta precisamente um mês para o arranque dos Jogos Europeus Universitários (JEU). Em que ponto estamos?

Na reta final, com alguns prazos, como evidente, “a queimar”, sobretudo com obras e tendo presente que algumas delas não estavam previstas no caderno inicial. Falo, por exemplo, no Estádio Universitário, em que estão a ser feitas obras a pensar no dia seguinte, ou seja, para a utilização diária.

Foi possível fazer mais respeitando os orçamentos?

Sim, e com uma lógica de sustentabilidade, reabilitando coisas já existentes, não criando infraestruturas específicas para os jogos, mas que permitem que sejam utilizados sem grandes custos no dia seguinte.

A instalação do “quartel-general” na Escola Silva Gaio também é exemplo disso?

Para além da continuidade evidente entre o Estádio Universitário e a Escola Silva Gaio, algumas das instalações não estavam a ser utilizadas, porque estavam degradadas. Temo-las reabilitado, para, dessa forma, poderem ser utilizadas quando formos embora.

Mas também é uma forma de integração nossa e de alunos com algumas especificidades, como alunos com deficiências, refugiados, com carências sociais.

Entrevista completa na edição impressa

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