A ESAC está a conseguir estancar a quebra contínua de candidatos

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FOTO DB/PEDRO RAMOS

Quais as prioridades que assume para este segundo mandato?

Desde o início, temos investido muito na melhoria das instalações que é, aliás, um trabalho que vem já de antes do meu primeiro mandato. Tivemos agora um projeto, financiado pelo PO SEUR de eficiência energética, para intervenção nas janelas. Também passámos o departamento de Ciência e Tecnologia Alimentar, que estava junto ao campo de râguebi e que passou cá para cima. E fizemos algumas melhorias nos laboratórios
No fundo, com os problemas orçamentais que todos conhecem, temos aproveitado todos os “trocos” para melhorar as condições físicas e de conforto para todos quantos aqui estudam e trabalham.
Por outro lado, decidimos também investir em comunicação, no sentido de tornar mais visível o que fazemos.

O que carece de visibilidade, na ESAC?

Nós fazemos muita coisa na Escola Agrária, é verdade. Desde logo, na investigação. Mas não temos tido capacidade para os mostrar… Se calhar, 80 por cento dos projetos de investigação do Politécnico partem da nossa escola. Não espanta, por isso, que justamente o presidente do Instituto de Investigação Aplicada (IIA) do Politécnico seja da Agrária [NdR – Dias Pereira], embora sejam os docentes/investigadores e os funcionários técnicos das escolas que trabalham nas investigações, servindo o IIA apenas de catalisador e de gestor dos projetos, garantindo todo o trabalho burocrático inerente às candidaturas.

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