Tribunal poderá vir a ser chamado a decidir sobre o pagamento da ponte do Pranto

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Foto: DR

 

A ponte sobre o Rio Pranto, na zona que une os concelhos da Figueira da Foz e Soure, através das localidades da Borda do Campo e Vinha da Rainha, foi inaugurada em 2003.

O início do processo, contudo, teve Santa Lopes como interlocutor do também ex-autarca sourense João Gouveia, mas seria Duarte Silva, entretanto falecido, a cortar a fita com o seu homólogo do município vizinho.

Volvidos 15 anos, Soure ainda não pagou os 260 mil euros à Figueira da Foz, valor correspondente à metade do custo da ponte. Este assunto ganhou atualidade quando, esta semana, na reunião da Câmara da Figueira da Foz, o vereador da oposição (PSD) Miguel Babo defendeu que a dívida já devia ter sido saldada.

O presidente, João Ataíde (PS), concordou. E acrescentou: “Temos de trazer aqui uma solução consensualizada. Se não houver consenso, só nos resta ir para tribunal”.

Contactado pelo DIÁRIO AS BEIRAS, o presidente da Câmara de Soure, Mário Jorge Nunes, sustentou que o tribunal será o melhor sítio para resolver o assunto. E explicou porquê: “É mais fácil ser o tribunal a decidir, por falta de documentos, no município de Soure, sobre o protocolo [firmado entre as duas autarquias] e a obra”.

Assim sendo, acrescentou que o município sourense “não descortina meios de direito administrativo para estar a assumir uma dívida cerca de 15 anos depois”.

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