Repúblicas não estão a apresentar candidaturas conforme a lei

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As Repúblicas de Coimbra continuam às voltas com os processos de reconhecimento e proteção de estabelecimentos e entidades de interesse histórico e cultural ou social local. Até agora foram entregues na Câmara Municipal de Coimbra (CMC) 18 pedidos, mas a maioria não cumpre os requisitos da lei. Depois da aprovação do reconhecimento das Repúblicas dos Fantasmas e Rápo-Táxo como entidades de interesse histórico, ontem foi a vez da República Farol das Ilhas.

As aprovações têm surgido “a conta gotas”, apesar de muitas repúblicas estarem em risco e com grande pressão por parte dos senhorios. A vereadora socialista Regina Bento deu ontem conta da necessidade de articulação entre os responsáveis das repúblicas e os serviços da autarquia, o que acaba por atrasar os processos.

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