Opinião – Eutanásia de Coimbra – Segurança

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1. Causas:
Terem terminado com o serviço militar obrigatório (que, no momento actual, até deveria ser extensivo ao sexo feminino) levou a que a juventude tenha perdido o conceito de respeitar e obedecer a critérios que, no serviço militar, nas famílias e no convívio estavam radicados.
Ninguém se atrevia a gatafunhar nas paredes como hoje o fazem nas paredes de liceus, moradias, universidades, monumentos, igrejas, escrevinhando slogans que não apelam à ordem e à concórdia, mas antes incitam ao ódio, ao descrédito, à desobediência.
Antes, as coordenadas dominantes eram o civismo, a pátria e uma profissão.

2. Efeitos:
Insegurança nas ruas, nas próprias moradias, nos lugares públicos…
Os polícias são poucos, deslocam-se em viaturas e a dois. Vigiam de dentro dos carros. Os assaltos nas ruas aos turistas e aos cidadãos são um dado adquirido e consentido… A insegurança é até nas próprias casa, de todos nós, mas particularmente dos velhos, com desrespeito total pela idade que até são agredidos no dia-a-dia, como é noticiado nos jornais.
Os pedintes, os sem-abrigo, os drogados, cada vez são mais numerosos…
A natalidade a diminuir, os pais a terem filhos cada vez mais tarde, donde o risco de crianças com alterações físicas ou mentais, e cada vez menos meios para os integrar e reabilitar.

3. Que fazer?
Reorganizando-nos, repensando o passado, atualizando o presente para construir o futuro, pensando sobre o lugar do papel da máquina e do homem, para que haja emprego para todos e a máquina esteja dependente do homem e não o homem da máquina como hoje sucede.

One Comment

  1. I. Nikolaïdes says:

    Sr. Norberto Canha,

    Burro velho, reunidas as demais contingências, aprende tudo aquilo a que se DISPUSER aprender.

    1. Sobre as PESSOAS que consomem drogas ILÍCITAS, da autoria do Sr. Luís Fernandes:
    https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/

    Sobre a droga e a norma, da autoria do Sr. Luís Fernandes:
    https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/

    Mais, do Sr. Luís Fernandes, e com as devidas ressalvas pela linguagem acutilante:

    "Precisamos de realismo e de perceber duma vez por todas que um toxicodependente é uma pessoa, tem direitos como qualquer pessoa, não sairá da droga à base de violência policial como a que ocorre com alguma frequência nestes territórios. E mais: tem direito ao consumo de drogas. Porque, se me disserem que faz mal à sua saúde e isso custa dinheiro a todos, digo o mesmo sobre os gordos viciados em açúcar, sobre os que sofrem de doença obstrutiva crónica porque decidiram fumar anos a fio, sobre os que têm acidentes cardiovasculares como corolário da gula culinária e do sedentarismo alarve. Para mim são todos iguais – iguais na doença da adição, na incapacidade de deter uma vontade que lhes foge ao controle." Que encontra em:
    http://www.porto24.pt/opiniao/polemicas-em-torno-

    2. Sobre PESSOAS que consomem por consumir:


    3. Sobre PESSOAS sem habitação:


    Muitos cumprimentos ao Sr. Norberto Canha e os devidos agradecimentos pelo seu trabalho clínico.

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