Centros de saúde sem medicamento para a falta de ar

FOTO DR

Há centros de saúde na região Centro que não têm stock de Atrovent, um medicamento indispensável para tratar a falta de ar repentina (broncoespasmo). Em muitos casos este é o único fármaco que pode ser administrado aos doentes com dificuldades respiratórias, como os asmáticos.

Uma embalagem de Atrovent custa cerca de sete euros, mas Serviços de Urgências Básicas com o de Oliveira do Hospital, de Tábua ou de São Pedro do Sul não terão o medicamento disponível. A situação é ainda mais grave quando falamos de unidades de saúde distantes de hospitais.

Um doente com uma crise de falta de ar que se dirija a estes serviços não tem resposta imediata. Por outro lado, o tempo de transporte para unidades como o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, por exemplo, representa um risco acrescido. Assim, os pacientes ficam sujeitos a ir pelos próprios meios a uma farmácia e adquirir um medicamento que faz parte do lote de básicos nas unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

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