Repúblicas de Coimbra querem proteção legal

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Uma dezena de repúblicas de estudantes de Coimbra quer ser reconhecida como entidades de interesse histórico, cultural e social, tendo formalizado a candidatura para o efeito junto da câmara.

“Este processo visa salvaguardar a existência das repúblicas contra aumentos de renda desmedidos que procuram apenas promover a especulação imobiliária. Porém, não é suficiente, pois não salvaguarda as mesmas de possíveis ações de despejo e relativamente às rendas apenas as protege por mais cinco anos”, afirmam em comunicado.

A candidatura para “reconhecimento e proteção”, ao abrigo da lei 42/2017, de 14 de junho, foi apresentada à autarquia, presidida pelo socialista Manuel Machado, pelas seguintes casas de estudantes de Coimbra: República dos Kágados (a mais antiga da cidade, fundada em 1933, cujo edifício é atualmente propriedade do município), República dos Inkas, República do Kuarenta, República do Trunfé-kopos, Real República Prá-kys-tão (instalada na quinhentista Casa da Nau, classificada como imóvel de interesse público), República Rosa Luxemburgo, Surreal República Solar dos Kapangas, Real República dos Pyn-güyns, Real República Boa-bay-ela e Real República do Rás-te-parta.

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