Figueira da Foz reduz dívida, apresenta melhor execução de sempre e faz o maior investimento desde 2011

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João Ataíde, presidente da Câmara da Figueira da Foz

 

O executivo camarário da Figueira da Foz executou, em 2017, cerca de 92 por cento das propostas do orçamento, a maior taxa de sempre. Por outro lado, diminuiu a dívida de médio e longo prazos, de 24 milhões para 18 milhões de euros, ao mesmo tempo que fez o maior investimento desde 2011.

 

O reequilíbrio das finanças do município tem sido a “bandeira” dos mandatos do presidente da autarquia, João Ataíde. Por sua vez, o prazo médio de pagamento a fornecedores encontra-se, agora, no patamar “historicamente baixo” dos 11 dias, realçou o autarca, ontem, na reunião de câmara.

A par daquelas cifras, as receitas cresceram 3,8 milhões de euros, sobretudo devido à Derrama e ao IMT, correspondendo a 111 por cento de aumento. O investimento, por seu lado, atingiu os 9,2 milhões, num total de compromissos assumidos no valor de 14, 7 milhões, mas há obras plurianuais em curso ou prestes a arrancar.

Os socialistas apresentaram outros números favoráveis à gestão de 2017, mas os social-democratas não se deixaram impressionar e votaram contra. Contudo, não impediram que as contas fossem aprovadas, já que o PS goza de maioria absoluta.

Naquela reunião de câmara, quando se debatiam as contas de 2017, os vereadores do PSD Carlos Tenreiro e Miguel Babo afirmaram que a Figueira da Foz não tem atratividade turística.

Informação completa na edição impressa

 

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