Grupo GPS diz que acusação do MP tem incongruências que a “ferem de morte”

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O grupo GPS defendeu hoje que a acusação deduzida pelo Ministério Público contra cinco dos seus antigos e atuais administradores contém “um conjunto de incongruências” que a poderá “ferir de morte”, sem precisar a que incongruências se refere.

“É absolutamente extemporâneo o Grupo GPS ter uma posição sobre a acusação. Este processo tem pelo menos 1.885 dias, e recebemos a acusação há 24 horas. Estamos a analisar de forma aprofundada a peça, desde logo muito extensa (270 páginas, num processo principal que tem pelo menos 4.593 páginas, a que acrescem 26 apensos)”, lê-se numa curta nota enviada à Lusa.

Na mesma nota, o Grupo GPS considera que, “não obstante o acesso a parte significativa do processo ser condicionado”, espera ter “uma posição mais substantiva” nos próximos dias.

“De qualquer forma, importa desde já vincar um conjunto de incongruências que poderão ferir de morte esta acusação”, defende.

Questionado pela Lusa, o grupo GPS não quis, para já, adiantar mais pormenores nem precisar quais as incongruências que identificou na acusação que lhe foi remetida na quinta-feira.

O Ministério Público acusou dois ex-decisores públicos e cinco administradores do grupo GPS por corrupção, peculato, falsificação de documento, burla qualificada e abuso de confiança no caso dos colégios privados/grupo GPS.

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