James Arthur é cabeça de cartaz da Expofacic/2018

James Arthur é um dos cabeças de cartaz da Expofacic, anunciou hoje a Câmara de Cantanhede.

O evento decorre de 26 de julho a 5 de agosto e o célebre cantor britânico sobe ao palco principal do evento no sábado anterior ao encerramento, perspetivando-se um grande espetáculo do protagonista de uma das mais fulgurantes carreiras musicais dos últimos anos a nível internacional. A força mobilizadora da música de James Arthur e as suas performances nas atuações ao vivo prometem casa cheia, à semelhança dos concertos que tem realizado um pouco por todo o mundo.

Natural de Middlesbrough, Arthur desenvolveu nos primeiros anos de juventude uma verdadeira paixão pela música, foi nela que encontrou o refúgio de uma infância marcada pela separação dos pais e por fases particularmente difíceis. Escreve canções desde os 15 anos e fundou várias bandas em que se destacou como exímio guitarrista, mas o êxito só veio depois de ter conquistado o “X Factor” do Reino Unido.

Com a vitória, o cantor tornou-se uma estrela da noite para o dia e reconhecimento internacional do seu talento adquiriu uma expressão assinalável com “Impossible”, o seu primeiro single que num ápice ascendeu à categoria de grande sucesso mundial. Com milhões de discos vendidos, a canção foi n.º 1 em 50 países e obteve vários prémios de ouro e platina. “Impossible” foi nomeado para o Brit Award e, do seu primeiro álbum, o single “You’re Nobody Until Somebody Loves You”, com colaboração de Naughty Boy e Emeli Sande, foi certificado Gold no Reino Unido.

Em 2016, regressou à composição com “Back From the Edge”, álbum aclamado pela crítica e pelo público em função de brilhantes canções como “Say You Won’t Let Go” “Let Me Love the Lonely” e “Sermon”. O seu mais recente êxito é “Naked”, que desde o lançamento, em dezembro último, alcançou posição destacada em vários países da Europa e em outros continentes.

One Comment

  1. Zé da Gândara says:

    Claro está – e não vá haver algum proprietário florestal vitimado pelo incêndio punitivo da campanha de pacificação de 15/10/2017 começar a questionar as juntas de freguesia da mesma cor da autarquia ou mesmo a autarquia para se inteirar do que se terá passado que esteja na origem da não indemnização dos prejuízos sofridos – que interessa apontar o foco para outras futilidades como o cartaz da Messe Cantanhede 🙂
    E os jornaleiros do DB fazem o duplo frete à sua nova Dona 🙂 arranjam uma notícia simpática que remeta para festim e não mexem no lodo que se gerou com a questão da indemnização dos prejuízos florestais que a(s) juntinha(s) se prestaram a "inventariar" em modo faz-de-conta para convencer a populaça de que não obstante a campanha punitiva de pacificação, os caciques locais são amigos da populaça e gente de bem 🙂

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