Cantanhede: Ficaram sem o gado, as máquinas e o subsídio

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FOTO DB/JOT’ALVES

Ana e Climério Domingues, ela com 74 anos e ele com 75, da Tocha, são dois entre cerca de três mil agricultores vítimas dos incêndios da região de Coimbra que ficaram sem subsídios atribuídos pelo Governo. Uns porque não se candidataram, por falta de informação, tempo ou doença, e outros porque não concluíram o processo dentro do prazo.

O casal de septuagenários viu, no dia 15 de outubro do ano passado, o fogo destruir-lhe a vacaria e alfaias e matar-lhe 25 cabeças de gado. Agora, restam as cinzas e as memórias do inferno que viveram naquele dia. Acerca da candidatura, justificou Climério Domingues: “Foi uma coisa muito rápida [um mês], não deu para nos candidatarmos”.

A Associação Distrital dos Agricultores de Coimbra (ADACO) realizou, ontem, uma visita àquela exploração agropecuária do concelho de Cantanhede. Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, o presidente da direção, Isménio Oliveira, afiançou que cerca de três milhares de agricultores da região da área de influência daquela estrutura setorial não fizeram a candidatura simplificada, com apoios até cinco mil euros. “Por falta de informação ou de tempo”, afiançou.

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